por Fabio Seixas O que falta são alguns ingredientes que tornam a vida do propenso empresário muito mais fácil e menos sofrível. É isso mesmo. Sofrível. Empresário no Brasil sofre mesmo. Não estou falando daquele emrpesário que nasceu em berço de ouro que foi criado para cuidar dos negócios da família, fez MBA no exterior, etc, etc, etc. Estou falando daqueles empresários que, mesmo com as chances contra, foram lá e fizeram o que tinha que ser feito. Mudaram seu destino. E não se iludam, o caminhno para mudar o próprio destino além de nada fácil, é sofrível. Que ingredientes são esses? Que características são necessárias para ser um empreendedor de sucesso? -3 colheres das de sopa de persistência Você irá precisar de: Modo de preparar: Diferente das receitas convencionais, esse prato não basta colocar no forno e esperar. É preciso cuidar dele, ficar de olho. Sempre ajustando a posição para um melhor cozimento. Mas também não adianta mexer o tempo todo, senão desanda. É preciso aprender a perceber a hora de ajustar algo e a hora de deixar as coisas acontecerem. Ok, ok, a receita parece fácil. Difícil mesmo é conseguir os ingredientes. Se você for um cozinheiro esperto não tentará começar a receita sem antes ter os ingredientes necessário. Porque se faltar algum ingrediente, certamente o resultado não será dos melhores. Fonte: http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2006/06/receita_basica.html
Empreender não é nada fácil. Se fosse fácil haveriam mais empresários do que empregados. Afinal, vontade de ser dono do seu próprio destino não falta.
Segue a minha receita básica:
-300g de resiliência
-2 porções de comprometimento
-50g de riscos calculados
-1 xícara de planejamento
-700 ml de informações
-200g de independência
-200g de autoconfiança
-Um pitada de sagacidade
-Inteligência a gosto
-Uma assadeira de oportunidade tamanho médio (melhor que seja grande)
-Um punhado de metas para decorar o prato final
Unte uma rede de contatos, polvilhe um pouco de persuasão, coloque todos os ingredientes sem deixar nada de fora. Mexe adicionando independência e autoconfiança aos poucos.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Receita básica para se tornar empresário sem quebrar a cara (muitas vezes)
Postado por Carlos às 18:11 0 comentários
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Amagia da metáfora
Penny Tompkins e James Lawley
“Aprender a ler a linguagem dos símbolos tem um efeito positivo
na nossa auto-imagem e na nossa energia.
Você não tem que esperar uma crise para passar a enxergar as coisas
de um modo simbólico e corretamente.
Você pode começar onde quer que esteja.”
Caroline Myss, Sacred Contracts
Esse artigo é sobre aprender a usar as suas metáforas e símbolos pessoais para ler e entender a sua própria simbologia. As suas metáforas permitem que você se conheça e entenda a sua vida de uma maneira nova. Perceba a riqueza das palavras na seguinte declaração:
“A minha raiva é como dançar com um tigre. Eu posso enxergá-la toda agora, a sala, o lustre, ouvir a música, sentir meu coração batendo enquanto nós rodopiamos entre os outros casais no salão de baile… Eu estou no limiar entre a vida e a morte.”
A metáfora é indispensável. Não podemos falar sem metáfora. Não conseguimos pensar sem metáfora. E nunca teríamos evoluído como seres humanos conscientes sem metáfora.
A nossa linguagem é recheada com metáforas. Pesquisa recente sobre a nossa conversa do dia a dia mostra que nós usamos quatro metáforas por minuto. Por que a surpresa dessa estatística? Porque não estamos conscientes da grande maioria das metáforas que usamos. A metáfora é tão fundamental para a nossa maneira de pensar e de falar que somente as mais óbvias é que são registradas pela nossa consciência:
Eu estou sempre dando murro em ponta de faca.
Eu carrego o mundo nos meus ombros.
Eu vejo uma luz no fim do túnel.
Essas expressões são obviamente metafóricas. Nós sabemos que na realidade não existe nenhuma faca, que o locutor não se transformou num Atlas, e que ele de fato não está num túnel. Pelo contrário. Nós temos um mecanismo inato que registra a natureza figurativa dessas expressões e as aceita simbolizando uma experiência mais do que a experiência em si. Nós sabemos intuitivamente que no dia a dia, as coisas e os comportamentos (a faca, o murro, os ombros, o mundo, uma luz e o túnel) estão sendo usados para representar outras experiências: a falta de progresso, a excessiva responsabilidade, e achar que ainda tem esperança.
As metáforas evocam abundantes imagens e a percepção do sentido do que está sendo descrito. Elas podem expressar, com muita nitidez, uma única idéia ou uma experiência de vida. Apesar de que muitos lingüistas costumam rejeitá-las como “meramente figurativas”, elas hoje são aceitas como uma descrição altamente correta da percepção do orador. Quando falamos sobre nossos problemas, nossas emoções, nossos desejos, nossos relacionamentos – aquelas coisas mais importantes para nós – é ainda mais provável que façamos uso da metáfora para nos ajudar a descrever a profundidade e a complexidade da nossa experiência.
O que é exatamente uma metáfora?
No livro de George Lakoff e Mark Johnson, Metáforas da Vida Cotidiana, eles declaram:
“A essência da metáfora é a compreensão e a experiência de uma coisa em termos de outra”.
Nós gostamos dessa simples definição por inúmeras razões. Primeiro, ela reconhece que a metáfora captura a natureza essencial de uma experiência. Por exemplo, quando um cliente descreve a sua situação: “É como se eu fosse um peixe-dourado num tanque sem oxigênio tendo que subir para respirar”, os seus sensos de futilidade e da iminente destruição ficam aparentes no mesmo instante. Segundo, a definição reconhece que a metáfora é um processo ativo que está exatamente no centro da nossa própria compreensão, na nossa compreensão dos outros e de todo o mundo a nossa volta. Terceiro, ela admite que a metáfora é mais do que uma expressão verbal. As metáforas também são expressas não verbalmente por gestos, sons, objetos e imagens. Em outras palavras, tudo o que a pessoa diz, vê, ouve, sente ou imagina tem potencial para ser uma metáfora que representa outra experiência.
A palavra metáfora tem a mesma raiz de “ânfora”, um recipiente usado para guardar óleos e condimentos valiosos, e para carregá-los de um lugar para outro. De modo semelhante, as metáforas guardam informações valiosas e têm a capacidade inata de carregá-las do comum para o extraordinário, ou na verdade, para algo sagrado.
A metáfora em si consiste de diversos componentes relacionados que chamamos de “símbolos”. Por isto, a metáfora é um todo e o símbolo é uma parte deste todo. Por exemplo, “Eu me sinto como se as minhas costas estivessem pregadas na parede” se refere a três símbolos (eu, minhas costas e a parede), com o quarto estando implícito (o que quer ou quem quer que esteja me “pregando”).
No livro O Homem e seus Símbolos (Ed. Nova Fronteira), Carl Jung observou que o símbolo sempre tem algo a mais do que está diante dos olhos e não importa quanto um símbolo é descrito, seu significado completo permanece evasivo: “O que nós chamamos de símbolo é um termo, um nome ou mesmo uma imagem que pode ser familiar na vida diária, ainda que possua conotações específicas além do seu sentido convencional e óbvio. Isso implica em algo vago, desconhecido ou escondido de nós”.
A maneira que nos relacionamos com um símbolo é muito importante. Símbolos como a bandeira nacional ou ícones religiosos podem ter um significado cultural compartilhado, mas é a nossa conexão pessoal com eles que os impregna com um significado. Embora possamos usar metáforas comuns, quando elas são examinadas mais de perto, sempre aparece um significado pessoal exclusivo. Nosso simbolismo pessoal nos conecta com a nossa história, nossa natureza espiritual, nosso senso de destino e aos aspectos “vagos, desconhecidos e escondidos” da nossa vida. Quanto mais explorarmos esse simbolismo mais o seu significado vai aparecer, e podemos usá-lo mais e mais como guia para a consciência e a ação.
Fazendo uso das metáforas
Logo que começar a reconhecer as metáforas que você e os outros usam, irá percebê-las em toda parte. De fato é “duro” “formar” uma frase do “dia a dia” que não “contenha” uma metáfora “escondida”. Contudo a penetração da metáfora na linguagem é só a metade da história. Nós também pensamos, raciocinamos, tomamos decisões e baseamos nossas ações nestas metáforas. Desse modo, as nossas metáforas determinam como vivemos a nossa vida, e que tipo de vida nós vivemos.
Se você toma as metáforas como descrições literais do processamento do inconsciente, elas se tornam uma passagem para uma maior consciência, compreensão e mudança.
Tome a “raiva” como exemplo. Qual é o tipo de raiva que você experimenta? Você:
- Atinge o ponto de ebulição e aí a cabeça explode.
- Tem um temperamento feroz e tenta resistir.
- Descarrega a raiva expirando com força.
ou algo mais simples?
No primeiro exemplo, a raiva é simbolizada como um líquido fervendo. Por isso a sua reação natural pode ser “acalmar as coisas” ou “reduzir a pressão”. No segundo exemplo, a raiva é representada como um oponente ou animal selvagem, e aí você pode querer to “derrotá-la” ou “mantê-la sob controle”. No terceiro exemplo, a raiva é considerada como um peso a ser removido; por isso você pode querer parar de “aumentá-la” ou de “segurá-la por tanto tempo”. As ações que nós tomamos serão inevitavelmente consistentes com as metáforas que nós usamos.
Nós usamos as metáforas não somente para compreender as nossas próprias emoções, como também tentamos encaixar as emoções e o comportamento das outras pessoas na nossa própria maneira metafórica de enxergar o mundo. O que nós achamos que elas devem fazer e os conselhos que damos, irão se originar, em grande parte, das nossas próprias metáforas. Como você bem pode adivinhar, quando duas pessoas têm muitas metáforas contrastantes, isso é, muitas vezes, a receita para uma má comunicação. Por exemplo, quando uma pessoa “anda em marcha lenta” e outra tem “pavio curto” e quer “acabar logo com isto”, elas certamente irão discordar em como expressar suas emoções e provavelmente vão entrar em conflito.
A metáfora cria insight, mas também cria maneiras que nos impedem de ver as coisas. As metáforas podem liberar, e também limitar. Elas podem fortalecer ou enfraquecer. Elas podem ser uma ferramenta para a criatividade, ou uma prisão auto imposta. O exercício abaixo oferece uma oportunidade de abrir as portas desta prisão e de liberar a sua criatividade.
Exercício
O propósito desse exercício é capacitá-lo a ter mais escolhas para reagir nas situações onde, no passado, você achou que agiu de modo inapropriado. Existe uma grande variedade de ações com base emocional que poderiam se encaixar aqui, mas vamos continuar usando a “raiva” como exemplo.
O propósito do exercício é você:
(1) identificar uma metáfora para quando está com raiva e, em conseqüência, age de modo inapropriado;
(2) identificar uma segunda metáfora de como você gostaria de reagir;
(3) explorar como você pode converter ou expandir a primeira metáfora para dentro da segunda;
(4) traduzir os seus insights em como mudar o seu comportamento no seu dia a dia;
(5) ensaiar esse comportamento novo.
Você vai precisar de papel e de canetas de cor. Você pode ler todo o exercício e o exemplo para compreender o que estará fazendo antes de começar. Quando responder as perguntas no exercício, espere um pouco para as imagens e as sensações se desenvolverem na consciência antes de escrever ou desenhar.
1. Identifique uma metáfora para quando você estiver com raiva e, em conseqüência, agir de modo inapropriado:
a. Pergunte a você mesmo: “Quando eu estou com raiva e ajo de modo inapropriado, isso se parece com o que”?
b. Desenhe a metáfora que lhe vem à cabeça.
c. Olhe para o seu desenho e se faça as seguintes perguntas para você começar a saber mais sobre os símbolos na metáfora. Para cada parte do desenho, pergunte:
“Que tipo de…?”
“Tem mais alguma coisa sobre isso…?”
Acrescente novas informações ao desenho, e quando achar que conseguiu todas as informações possíveis, vá para a segunda metáfora.
O propósito dessas perguntas da Linguagem Clara é focar a sua atenção em cada parte da metáfora para você refletir sobre as qualidades e as características da metáfora. Elas foram especialmente planejadas para funcionar com símbolos pessoais. Existirão aspectos da sua metáfora que você não decidiu conscientemente. Ao colocar a sua atenção em cada parte da sua metáfora você provavelmente vai descobrir algo novo sobre você mesmo ou da situação. É a partir desses elementos inesperados que podem surgir novas mudanças.
2. Identifique uma segunda metáfora para como você gostaria de reagir:
a. Pergunte-se: “Com o que se parece a maneira como eu gostaria de reagir?”
b. Desenhe a metáfora que lhe vem a cabeça.
c. Para cada parte do desenho, faça as seguintes perguntas para começar a saber mais sobre os símbolos nessa metáfora:
“Que tipo de…?”
“Tem mais alguma coisa sobre isso…?”
Acrescente as novas informações no desenho, e quando você tiver conseguido todas as possíveis para o momento, vá para a etapa 3.
3. Explore como você pode converter ou expandir a primeira metáfora para dentro da segunda:
a. Coloque seus desenhos na sua frente.
b. Considere como a metáfora 1 pode se expandir para dentro da metáfora 2. Perceba:
“Qual é a PRIMEIRA coisa que precisa acontecer para a metáfora 1 começar a se tornar a metáfora 2″?
“Qual é a ÚLTIMA coisa que precisa acontecer antes da metáfora 1 se tornar a metáfora 2″?
Leve o tempo que precisar para completar a etapa 3. Você não tem que aceitar a primeira idéia que vem a mente – o propósito é você considerar algo novo. Você pode se imaginar como um símbolo (como se estivesse dentro do desenho) e se perguntar o que é necessário para a metáfora 1 mudar para a 2. Lembre que isso pode exigir alguns estágios intermediários para acontecer. Não rejeite uma idéia só porque ela parece bizarra (a terra das metáforas está, muitas vezes, mais perto do mundo dos sonhos do que da realidade diária). Você irá saber quando descobriu a solução certa para você, e que habitualmente contém um elemento de surpresa.
4. Tendo identificado uma maneira para a metáfora 1 se tornar a 2, como isso se traduz naquilo que você precisa fazer na sua vida diária? Como essa informação conduz o seu comportamento da próxima vez que estiver numa situação similar?
5. Para começar a se acostumar com essa nova maneira de reagir, repita vivendo a metáfora 2 ao incorporar AGORA as suas características:
Qual é a sua postura?
O que você sente dentro de si?
Onde está o seu foco de atenção?
O que você está dizendo e como está dizendo isso?
Exemplo
A seguir temos um breve resumo das respostas de uma pessoa que realizou o exercício. As suas respostas provavelmente serão muito diferentes.
1. Quando eu estou com raiva e agindo de maneira inapropriada, com o que se parece isto?
“Com um gladiador que está com um pé atrás”.
Que tipo de “gladiador”?
“Um gladiador romano com um tridente”.
Que tipo de “tridente”?
“Rígido, parece pequeno e pronto para golpear”.
Existe alguma coisa a mais sobre “estar com um pé atrás”?
“Ele está com o pé atrás porque está sob pressão e desequilibrado”.
E assim por diante.
2. Com o que se parece a maneira que eu gostaria de reagir?
Ficar forte como uma árvore capaz de se curvar com o vento
- A árvore é flexível, com profundas raízes, imponente e bem firme na terra.
- O vento é tempestuoso, mas eventualmente se abranda.
3. Como a metáfora 1 pode vir a se tornar a metáfora 2?
O gladiador, de pé e com os dois pés no chão, introduz o tridente no chão e dele crescem profundas raízes para dentro da terra.
- Primeiro, ele faz uma respiração profunda.
- Por último, ele se sente orgulhoso ao começar a se curvar com o vento.
4. Como essa informação irá conduzir o seu comportamento da próxima vez que estiver numa situação similar?
“Eu vou perceber que as palavras com as quais a pessoa está me atacando podem passar voando por mim ao invés de irem para meu âmago. Eu sei que se eu permanecer de pé, me sentir equilibrado e firme no chão, então eu não posso ser ofendido pelas palavras dela. Se eu ficar furioso com o que ela disse, eu posso perguntar o que ela está tentando conseguir ao dizer estas coisas, mas eu não tenho que revidar”.
Para concluir
As nossas metáforas e símbolos pessoais nos ajudam a compreender o mundo. Elas dão forma àqueles aspectos da nossa vida que são os mais místicos – nossos problemas e suas soluções, nossos medos e desejos, nossas doenças e saúde, nossa pobreza e riqueza, e a nossa capacidade de amar e ser amado. Quando são dadas formas a essas experiências, e elas são vistas pelo lado simbólico, aí então se tornam acessíveis para a exploração e a transformação.
Referências:
Jung, Carl, O Homem e seus Símbolos (Man and his Symbols), Ed. Nova Fronteira.
Lakoff, George & Johnson, Mark, Metáforas da Vida Cotidiana.
James Lawley e Penny Tompkins são psicoterapeutas registrados na Grã Bretanha pela United Kingdom Council for Psychotherapy (UKCP). Eles moram em Londres e ensinam no mundo inteiro. São os autores de Metaphors in Mind: Transformation through Symbolic Modelling. Podem ser contatados na The Developing Company pelo e-mail info@cleanlanguage.co.uk.
O artigo original “The Magic of Metaphor” está no site www.cleanlanguage.co.uk
Postado por Carlos às 21:25 0 comentários
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Se mantenha motivado para atingir seus objetivos
Desafie: quando não há desafios a capacidade criativa fica adormecida, criando uma rotina frustrante.
Descubra seu papel diante da vida e terá a verdadeira motivação.
Motive as pessoas ao redor para que façam mais do que o esperado. Troque elogios pois, esta é melhor forma de estimular e ser estimulado.
Lutar pelos próprios sonhos evita ser coadjuvante dos sonhos dos outros.
Nuca desista, pois você pode estar prestes a realizar seus objetivos.
Ao deitar planeje o seu despertar no dia seguinte.
Inove, surpreenda e encante as pessoas.
Descubra sua própria forma de administrar a pressão.
Descubra também o que realmente o motiva: reconhecimento, status, auto-estima, desafios.
A estrada da sua vida resulta de suas escolhas, experiências, aprendizado e do que você acredita.
Viva o que acredita para encontrar o que procura.
Encurte o caminho para o sucesso insistindo, tentando novamente.
Transforme todos os obstáculos em oportunidades de crescimento e amadurecimento.
Busque sempre o equilíbrio entre o profissional e o pessoal.
Procure conhecer o que o que deseja alcançar e defina uma estratégia para conseguir.
Se acreditar que pode, realmente poderá.
Seja extraordinário no que faz a fim de crescer em sua carreira.
Sobressaem-se as pessoas que tornam agradável o ambiente a sua volta.
Incorpore novas habilidades com o intuito de alcançar objetivos que estavam fora de alcance.
Postado por Carlos às 16:13 0 comentários
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Temperamentos
A Psicologia tem estudado o comportamento humano e tentado compreendê-lo para auxiliar o auto-conhecimento.
Muitas teorias tem se sucedido, muitas vezes se completando, outras vezes eliminando crenças tidas como verdades até então.
Hoje é aceito o conceito de que há uma parte da personalidade humana que é genética, ou seja, já nasce conosco e outra parte é moldada a partir de nossa interação com o meio em que vivemos, por meio de nossas experiências de vida, relacionamentos e traumas.
A teoria dos Temperamentos trata da parte genética da nossa personalidade.
Existem 4 tipos de temperamentos, que interferem na maneira das pessoas agirem e reagirem nos seus relacionamentos e acontecimentos de um modo geral.
Conhecer nosso próprio temperamento é fundamental para que possamos buscar uma canalização positiva de nossas atitudes advindas do temperamento e o fortalecimento das nossas qualidades.
A intenção aqui é abordar algumas características a fim de nortear alguns aspectos dos temperamentos, para facilitar o entendimento e, conseqüentemente, a abordagem mais apropriada de comunicação para com as demais pessoas, em se tratando de liderança.
Obviamente, não existe temperamento melhor ou pior, mas sim diferentes. O que vale salientar é a habilidade de saber identificar essas características nas pessoas (e em si próprio). Longe de querer “enquadrar” as pessoas em determinadas denominações, o objetivo aqui é dar uma explanação geral sobre conceitos e história dos temperamentos.
A palavra temperamento deriva do latim ‘temperamentum’, que significa ‘uma mistura de proporções’. Pode-se dizer que, em essência, temperamento é um estilo pessoal inerente, uma predisposição que forma a base de nossas tendências naturais: pensar, sentir, desejar e agir.
De acordo com as definições do psicólogo californiano David Keirsey, temperamento são nossas inclinações, diferente de caráter, que são nossos hábitos.
Hipócrates (460 – 370 a.C.) foi o primeiro a estudar temperamentos, onde o estudo foi enriquecido, posteriormente, pelo médico romano Galeano, Nesta etapa, Galeano denominou os quatro tipos de temperamentos como: sanguíneo, colérico, fleumático e melancólico.
Cada um deles possui pontos fortes e pontos fracos, onde constantemente, há a identificação de mais que um por pessoa, mas um deles sendo o dominante.
A seguir, os quatro tipos de temperamentos onde, certamente você se identificará (bem como as pessoas que você conhece):
Temperamento Sanguíneo
Qualidades – Comunicativo, eufórico, destacado, entusiasta, afável, simpático, bom companheiro, compreensivo, crédulo.
O sanguíneo é aquele que fala antes de pensar. É uma pessoa jovial , com seu espírito descontraído e com seu encanto pode ser, com toda a razão, chamado de o temperamento que “aproveita” a vida. Ele tem uma personalidade calorosa, vivaz e, corretamente, às vezes o chamam de “alma da festa”. É o tipo de pessoa que costumamos encontrar que em qualquer reunião toma conta das conversas. Se há um grupo de pessoas reunidas e rindo, com certeza tem um sangüíneo falando.
Pontos críticos – Fraco de ânimo, volúvel, indisciplinado, impulsivo, inseguro, egocêntrico, barulhento, exagerado, medroso.
O sanguíneo é aquele que se ira com facilidade e pega logo fogo; é impulsivo. O termo é relativo ao sangue, que tem ou parece ter aumento da massa sanguínea (dic. Aurélio). É emocionalmente instável.
Temperamento Colérico
Qualidades – Enérgico, visionário, resoluto, independente, otimista, prático, eficiente, decidido, líder, audacioso.
A principal qualidade do colérico é a força de vontade, que faz dele uma pessoal enérgica, eficiente, resoluta, e um líder cheio de audácia e otimismo.
O colérico é extrovertido, e também, provavelmente é o que mais produz ; isso lhe dá o direito de ser chamado o temperamento mais ativo. Ele é auto-confiante e possui vontade forte. É o tipo de pessoa que resolve as coisas, que transforma idéias em fatos reais. Toma atitude definida diante dos problemas.
Defeitos – Iracundo, sarcástico, impaciente, prepotente, intolerante, vaidoso, auto-suficiente, insensível, astucioso.
O nome colérico vem de cólera, que é o impulso violento contra o que nos ofende, fere ou indigna, ira. O colérico é propenso à cólera, cheio de cólera, irado, atacado de cólera (dic. Aurélio).
Temperamento Melancólico
Qualidades – Habilidoso, talentoso, minucioso, sensível, perfeccionista, esteta, idealista, leal, dedicado e auto-disciplinado.
Defeitos – Egoísta, deprimido ou amuado, pessimista, teórico, confuso, anti-social, crítico, vingativo, inflexível.
O temperamento melancólico é aquele que sofre de melancolia que é um estado mórbido de tristeza e depressão, pesar (dic. Aurélio). O melancólico se esconde dos outros, não se mistura, gosta de andar só. É voltado para si mesmo, e, às vezes, pensamos nele como o que possui o temperamento “sofredor”, pois é muito exigente consigo mesmo, através de uma constante auto-análise. Ele é uma pessoa naturalmente sombria, tristonho e pessimista, entretanto é muito bem dotado e com tendências para gênio.
Temperamento Fleumático
Qualidades – Calmo, tranqüilo, digno de confiança e cumpridor de deveres, eficiente e organizado, conservador, pratico, objetivo, líder, diplomata, bem-humorado. Embora seja tímido, aprecia o convívio social.
Defeitos – Calculista, temeroso, indeciso, contemplativo, desconfiado, pretensioso, introvertido, desmotivado.
O nome fleumático vem de fleuma, que quer dizer frieza de ânimo, impassibilidade (dic. Aurélio). Logo, o fleumático é aquele que tem fleuma. É desatento, desligado. Introvertido, tem uma tranqüilidade singular que lhe confere um temperamento de fácil relacionamento, manso e bem equilibrado. Ele é teimoso e indeciso.
A Teoria dos Temperamentos é um modelo científico que tenta nos ajudar a conhecermo-nos melhor, não havendo ninguém que seja exclusivamente de um ou outro temperamento. É bastante comum termos um temperamento dominante e um secundário.
Durante a nossa vida, devido às nossas experiências, traumas e necessidades, certas características de nossos temperamentos podem se sobressair e outras se ocultarem, o que não significa dupla personalidade ou fingimento.
O correto desenvolvimento de uma pessoa deve passar pelo aperfeiçoamento das características positivas de seu temperamento e a luta constante por vencer seus pontos críticos.
Postado por Carlos às 15:53 0 comentários
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Programação neurolinguística
Por que esse nome?
“Neuro” reconhece a idéia fundamental de que todos os comportamentos nascem dos processos neurológicos da visão, audição, olfato, paladar, tato e sensação. Percebemos o mundo através dos cinco sentidos. Compreendemos a informação e depois agimos.
“Lingüística” indica que usamos a linguagem para ordenar nossos pensamentos e comportamentos e nos comunicarmos com os outros.
“Programação” se refere à maneira como organizamos nossas idéias e ações a fim de produzir resultados.
Um poderoso instrumento de realização profissional e pessoal.
Programação Neurolinguística, ou simplesmente PNL, é uma tecnologia moderna que utiliza um método e um processo para determinar os padrões que as pessoas utilizam para obter resultados excepcionais naquilo que fazem.
Você já fez algo com tal eficiência a ponto de ficar impressionado? Já lhe aconteceu de se admirar do que fez e ficar pensando como conseguiu aquilo?
A Programação Neurolinguística nos ensina a entender e a modelar nossos sucessos, para que possamos repeti-los. Trata-se de uma maneira de descobrir e revelar nossa genialidade, uma forma de darmos o melhor de nós e extrairmos o melhor dos outros.
A PNL fundamenta-se no estudo da excelência humana. Por meio de técnicas desenvolvidas há mais de trinta anos tornou-se possível modelar pessoas que têm facilidades para superar obstáculos, resolver conflitos, negociar e atingir seus objetivos.
Desde então, pessoas como você, que buscam por melhoras significativas em suas vidas, podem contar com um excelente caminho para o auto conhecimento e, consequentemente, uma base sólida para alcançar o ápice do sucesso.
Com a PNL você poderá, portanto, utilizar a receita e os ingredientes físicos e mentais utilizados por pessoas que atingiram a excelência para conquistar em sua vida resultados semelhantes.
A Programação Neurolinguística é a arte e a ciência da excelência, ou seja, das habilidades pessoais. É arte porque cada pessoa imprime sua personalidade e seus estilos àquilo que já faz, algo que jamais pode ser aprendido através de palavras ou técnicas. E é ciência porque utiliza um método e um processo para determinar os padrões que as pessoas usam para obter resultados excepcionais.
A PNL entende e organiza o que é mais complexo na história da humanidade: o pensamento humano.
Os padrões, as habilidades e as técnicas específicas utilizadas pelos seres humanos para conquistarem suas necessidades e desejos, são descobertos por meio de um processo chamado Modelagem.
Atualmente aplicada em terapias, no campo da educacional e profissional, esta técnica constitui uma maneira simples para se criar um nível de comunicação mais eficaz, um melhor desenvolvimento pessoal e uma aprendizagem mais rápida.
Trata-se de uma ciência que auxilia o homem a utilizar seu cérebro de maneira favorável para alcançar os resultados que deseja. É um estudo das experiências internas, que oferece um meio de auto conhecimento, acesso e desenvolvimento do potencial criativo. Sua abordagem prática, com resultados pragmáticos, é cada vez mais utilizada em muitas disciplinas no mundo inteiroPostado por Carlos às 15:29 0 comentários
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domingo, 7 de fevereiro de 2010
Metáforas
O que é metáfora?
A palavra metáfora é derivada do grego "meta"(além) mais "phorein" (transportar de um lugar para outro). Tem a conotação de transportar o sentido literal de uma palavra ou frase, dando-lhe um sentido figurado. A metáfora se comunica com os dois lados de nosso cérebro.
compreendido literalmente pelo lado esquerdo associado à mente consciente, lógica e racional, onde se encontram as estruturas corticais reponsáveis pelo processamento da linguagem. Ao mesmo tempo, é compreendido no seu sentido figurado pelo lado direito associado à mente inconsciente, intuitiva, criativa, emocional e sábia. A metáfora usa uma linguagem simbólica que é característica da linguagem primária do inconsciente.Para que serve a metáfora?
A metáfora faz parte da comunicação coloquial das pessoas: "doce como mel". "liso como quiabo", "duro como aço", etc. A metáfora está presente nas fábulas, parábolas e estórias infantis que mais nos marcaram. As mensagens da Bíblia e dos textos sagrados estão repletas de metáforas. A metáfora faz parte das músicas e dos poemas que mais nos emocionaram. O que faz uma piada ser engraçada é a metáfora nela embutida.
A propaganda e o marketing fazem uso freqüente das metáforas. O nome das empresas e dos produtos, seus símbolos e logotipos, seus anúncios e comerciais estão repletos de mensagens metafóricas. Na verdade, o que fica gravado como aprendizado em nossa mente, não é o sentido literal da estória, mas o sentido figurado e metafórico captado pelo nosso inconsciente.A metáfora induz a um processo natural de mudança. Ao contrário de uma ordem ou sugestão direta de mudança, a metáfora permite à pessoa conscientemente travada e sem saída, perceber, inconscientemente, outras alternativas que não visualizada anteriormente.
O uso da metáfora em psicoterapia tem sido cada vez mais freqüente. Freud fazia uso das metáforas nas interpretações dos sonhos, na livre associação de idéias, na metáfora do complexo de Édipo. Jung aprofundou o uso das metáforas ao expandir a interpretação dos sonhos e fantasias de seus pacientes, através dos mitos, símbolos e arquétipos.Milton H. Erickson teve a sensibilidade de compreender o valor e os benefícios do uso das metáforas junto com a hipnose. Nos seus últimos anos como terapeuta, ajudava seus clientes, apenas contando estórias e metáforas criadas a partir da história pessoal de cada um. Personalizava cada metáfora, moldando-a sob medida para as necessidades específicas daquele cliente. Conseguia, assim, eliciar as respostas dos próprios clientes para os seus problemas, num processo de auto-ajuda e de autocura.
Postado por Carlos às 19:25 0 comentários
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